Sequência de shows em maio (fala que eu não sou eclético agora)
Esse mês foi bem corrido e com vários shows também, 2 deles levei a mulher junto mas no de ontem não tinha condições hahahah.
Comecei a sequência de shows no dia 12 de maio, rolou o show do Oasis aqui em Porto Alegre (com abertura da Cachorro Grande). O show estava muito bom, como eu tava com a mulher e tava muito quente, resolvi ficar na arquibancada e não na pista, até mesmo para "ver" melhor o show. A idéia era exatamente curtir bem o momento (até porque acho que nunca mais vamos ter esse show aqui).
Cachorro Grande é a Cachorro Grande, sempre muito Rock’N'Roll e doidera. O Beto Bruno até que falou pouco a galera (perto do normal dele hahaha), e tocaram uma música do novo disco que vem por aí, o disco vai se chamar "Cinema" e já saiu até a capa no twitter deles. Eu acabei esquecendo o nome da música, mas enfim. Tava afudeh!
Depois entrou no palco o Oasis (mais cedo um pouco do que o marcado pois o show era as 21:00 e eles entraram uns 10 minutos antes). A banda nem parecia que era o Oasis, pois não falaram nenhuma merda no microfone e estavam simpáticos e realmente curtindo o momento. Chegaram a conversar um pouco com a galera e o clima estava ótimo (acho que os irmãos Gallagher realmente estão ficando velhos ou algo do gênero). O Setlist do show foi ótimo e pra mim o grande momento foi quando tocaram Don’t Look Back In Anger, onde o Noel tocou uma versão praticamente acústica e com um tom bem mais alto fazendo só a galera cantar em coro o refrão. Mas todas as músicas foram ótimas e o show foi muito legal. No final da noite, aproveitei que estava com a patroa junto e fomos dar uma esticada em um restaurante (Cerilo Bar) que a gente gosta muito aqui em Porto Alegre, afinal tinhamos que jantar também.
Depois disso, dia 21 foi o próximo show, desta vez de uma banda nova aqui de Porto Alegre chamada RadioStereo (já falei deles antes aqui no blog mesmo). Grande Nei, que tocou comigo na época da Torque agora tá com esse projeto, com uma proposta bem legal e com o primeiro disco gravado (inclusive me lançaram alguns e vou sortear depois aqui), a banda fez um show bem legal e mostrou que sabe reproduzir bem o material gravado ao vivo. O show rolou no Revolution Music Pub, um barzinho bem legal com uma decoração muito show (basicamente com paredes cobertas de coisas do Beatles e bandas da época). Com um projeto chamado Rock Start, onde várias bandas novas e independentes da região conseguem um espaço legal para divulgar o seu material.
O show foi muito bom e com certeza eu vou divulgar bastante o material e shows da banda. Aliás tem um vídeo desse show já no Youtube e que eu peguei no site da Rock Start.
Mas pra fechar com chave de ouro, ontem (dia 24/05) fui ver o show do Angra com o Sepultura. Depois do show que eu vi na tarde no monumental, com o Tricolor Gaúcho (meu Grêmio) ganhando do Botafogo por 2×0 (hahahaha não dava pra perder a oportunidade). O show rolou na Casa do Gaúcho e tinha como horário as 20:00, mas aí foi foda pois acho que entramos no lugar só lá pelas 21:30. A organização também não foi das melhores e o show do Angra começou muito tarde (já viu né, era certo que não ia chegar em casa antes das 2 da madruga).
Angra subiu ao palco e fez um show bem legal, única coisa que tava foda de aguentar era o volume e o tom das guitarras do Kiko Loureiro e do Rafael Bittencourt. Porra, tá certo que o lugar lá não é muito bom a acústica, mas com todo esse atraso não foram capaz de passar o som antes? Sem frescura, mas tava muito alto e extremamente aguda as 2 guitarras (isso sem contar na parte que entravam no solo). O teclado também tinha horas que dava uns picos foda de aguentar. Mas enfim, o show foi legal e tocaram vários clássicos.
Depois foi a vez do Sepultura, tava meio ancioso para escutar a banda ao vivo sem o Igor Cavalera quebrando tudo lá no fundo hahahahah, até porque escutei durante a semana antes do show o novo disco, e achei que faltou pegada de batera. O atual baterista (Jean Dolabella) mandou muito bem nas músicas antigas, tocando clássicos como Arise, Troops Of Doom, Beneath The Remains entre outras.
Aliás 2 considerações sobre isso, primeiro o cara toca muito bem batera, sem frescura mesmo. Mas e porque então ele não aplicou isso na criação do último disco (chamado "A-Lex")?
A outra consideração é a seguinte, porque se tocou tantas músicas “antigas” e clássicas do Sepultura nesse show? Não que eu não tenha gostado, muito pelo contrário eu adorei, estava esperando uma performance ao vivo de Arise a no mínimo uns 10 anos. Mas a questão é que parece que o problema era o Igor, ou então sei lá a banda quer chamar a galera mais antiga e que realmente curta o som para ver os shows. Enfim, tudo é especulação minha, e eu não sou ninguém pra comentar sobre isso hahahaha.
Outra coisa legal que rolou, foi uma “jam” no final com todos os integrantes tocando junto. Lembro que tocaram The Number Of The Beast do Iron Maiden e Black in Black do AC/DC.
Agora não tem como falar que eu não sou eclético, afinal assisti um show de Rock Gaúcho e Rock Britânico, depois um show de Pop Rock, e para terminar um show de Metal Melódico e Metal Extremo.

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